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jungle greens

19 junho 2019

Um projecto inovador & um almoço delicioso. Avançamos com as publicações no blog em jeito de homenagem a junho, ao verão, aos dias quentes e ideias bonitas. Fui convidada, na semana passada, para conhecer uma marca muito especial e por se enquadrar em tudo aquilo que procuro vir a partilhar e defender aqui deste lado, fazia todo o sentido marcar o compasso das publicações com a revelação da Jungle Greens. Além disso, aproveito também para partilhar um espaço super giro em Marvila, que vão adorar conhecer...



O ponto de partida foi no epicentro do projecto ou, para ir de encontro com a ideia, numa autêntica green jungle. Inesperadamente, dentro de um grande portão azul forte, no meio de Marvila, abrem-se portas para o espaço co-work onde toda a marca é trabalhada e desenvolvida, através de investigação, estudos e plantação.

A nossa experiência começou com a visita às instalações, onde nos foi explicado o projecto e as motivações subjacentes ao mesmo, a filosofia da marca, o método de produção e as várias curiosidades sobre esta jungle


A Jungle Greens é um projecto de agricultura vertical, um conceito inovador, especialmente aqui, em Portugal. No fundo esta é uma forma de cultivar num ambiente controlado e livre de quaisquer químicos, permitindo a produção de plantas cheias de sabor, 100% vivas e disponíveis durante todo o ano.

A main jungle box da marca está instalada num parque adjacente à loja Auchan de Sintra. É nesta "quinta" especial que se recriam as condições naturais ideais para a criação de legumes, ervas aromáticas e microvegetais. Aqui é acompanhado todo o processo, desde a plantação da semente até ao ponto de maturidade do produto, que será depois colocado à venda no quiosque da marca, na zona dos frescos do hipermercado.


A visita foi conduzida por Gilles Dreyfus, um dos fundadores da marca. A sua visão assenta no consumidor que ama verdadeiramente comer e que — porque isso é possível e cada vez mais louvável — também ama o planeta. Com o conceito menos é mais, as plantas são cuidadas com o maior amor e respeito pela natureza, sem pesticidas, sem desperdício, sem solo, com menos água e com apenas a dose certa de tudo o que precisam.

plantas deliciosas

No fundo a filosofia da marca é simples; trazer até ao consumidor plantas deliciosas. Simples. Só isto. E tão isso! Num mundo sobrecarregado de artifícios, aromas e conservantes, plásticos e desperdícios, eis que surge a oportunidade que nos faltava para poder optar com consciência, sem menosprezar a qualidade e o sabor. É certo que a vida da cidade, muitas vezes, não nos permite fazer as escolhas mais acertadas ou comprar directamente aos pequenos fornecedores nacionais, como se calhar todos gostaríamos de fazer. Ter a nossa própria horta num apartamento no meio de Lisboa também acaba por não ser a solução mais viável e todos estes entraves, mais o stress e agitação citadina, acabam por nos levar para escolhas menos nobres, menos conscientes.




Dentro da oferta da marca, podemos encontrar verdes perfeitos para saladas, como alface verde, alface roxa ou rúcula, vários tipos de ervas aromáticas como salsa, manjericão verde, manjericão limão ou manjericão thai, coentros e cebolinho, ou ainda os microvegetais, como rabanete roxo, rabanete verde, shiso roxo, mistura de mostardas ou mostarda wasabi. 

No site encontram a descrição de todos os produtos e ainda receitas incríveis, onde os podem utilizar de forma simples, criativa e muito saborosa. Pratos como uma salada de aipo, funcho e rabanete roxo com molho de abacate ou ainda gelado de framboesa e manjericão tailandês são alguns dos exemplos deliciosos que podem tentar reproduzir em casa, usando alguns dos produtos jungle greens.




Depois de visitarmos a jungle box e de nos familiarizarmos com todo o conceito jungle greens, seguimos para um almoço delicioso onde fomos recebidas num espaço incrível — e que eu ainda não conhecia! — em Marvila, Lisboa. 

O espaço chama-se The Royal Rawness e o ponto-chave é o café de especialidade, torrado e moído no próprio espaço, que serve também de cartão de visita precisamente por deixar um cheirinho delicioso no ar. Mas desenganem-se se acham que apenas se faz de café. Este é um espaço amplo, cheio de luz, uma decoração maravilhosa (bem a minha cara!) e oferece também uma carta cheia de opções saudáveis onde — tchanam — podemos encontrar os nossos jungle greens.

 


Aproveitámos para conhecer algumas das receitas, todas frescas, leves e saborosas, compostas com vários tipos de verdes e temperos, numa refeição que se revelou homérica. O melhor de tudo? Tal como os verdes, os microvegetais e aromáticas não precisam de ser lavados antes de consumir (por não terem terra, nem químicos) e são perfeitos para ter na mesa, onde cada um pode temperar a seu gosto e personalizar assim a refeição. Quem diria que o manjericão limão ficaria tão bem na sobremesa?




Jungles Greens — digo-o eu, numa análise pessoal — acaba por ser a chave certa para quem vive e trabalha na metrópole mas procura um estilo de vida mais sustentável, mais honesto. A marca defende o ambiente e as próprias embalagens são feitas de materiais recicláveis, abolindo o uso de plásticos. Mesmo na própria criação dos produtos o uso de recursos é estudado e rentabilizado ao máximo e o facto de não utilizarem nenhuns produtos químicos e pesticidas fazem com que os seus verdes sejam muito melhores para nós e para o ambiente.




Por enquanto ainda só conseguimos ter acesso aos mesmos através do site da marca ou nas lojas Auchan (Jumbo), que acabou por ser o parceiro ideal para a inserção da Jungle Greens no mercado português.

1 comentário

  1. Estive no The Royal Rawness no sábado, dia das portas abertas da Fabrica Moderna logo ali perto. Entrei para beber um café. Adorei o espaço,também é o tipo de decoração que gosto, as pessoas sentem-se bem ali. Adorei o café e a simpatia de quem lá trabalha. Mas tenho de lá voltar com a família para conhecer as receitas e conhecer melhor o conceito.

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