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SUMOL SUMMER FEST

05 julho 2016

O festival que dá as boas-vindas ao verão. E que nos leva sempre a sítios bonitos, onde fomos somos (sempre) muito felizes. Ericeira. Este é, pelo menos, o terceiro ano que vamos os dois até lá para viver o primeiro festival do ano, o Sumol Summer Fest. E é sempre maravilhoso, vale sempre a pena. Por isso, compilámos os melhores momentos dos dois dias passados na vila piscatória e partilhamos aqui, neste artigo.




Esta edição do Sumol Summer Fest aconteceu nos dias 24 e 25 de Junho. Tínhamos acabado de voltar da nossa escapadinha em Évora e já só conseguíamos pensar no fim-de-semana passado na Ericeira. Das temperaturas altas e secas do Alentejo saltámos para as da beira-mar, húmidas e frescas. E se ao início o nevoeiro do primeiro dia nos assustou (porque não estava nada famoso para fazer praia), depressa percebemos que a Ericeira é bonita, até em dias mais cinzentos.




Depois de uma primeira noite memorável de música no Ericeira Camping — falaremos mais à frente deste concerto épico — acabámos mesmo por aproveitar a manhã de sábado para passear pela vila. Não tínhamos pressa, não estava muito calor e as formas da vila quebravam a monotonia do céu cinzento de uma forma linda. Se tal era possível, posso dizer-vos que fiquei a gostar ainda mais da Ericeira. 



Tomámos um pequeno-almoço tradicional, com direito a torrada em pão de Mafra, provámos os Ouriços da Ericeira, um doce típico (delicioso), deambulámos pelas ruas e ruelas, entre casas nobres e casebres bonitos, inspirámos a maresia boa, descobrimos uma loja linda — Magic Quiver — que alia surf, craft beer, coffee shop e arte, tudo num só espaço. Revivemos memórias antigas e ainda petiscámos uma sapateira daquelas (de levar as mãos ao céu). O tempo ia melhorando e o sol ia aparecendo.






E ainda bem! Ericeira é linda de qualquer forma mas tínhamos um convite para uma festa improvável. Era tudo o que sabíamos só que para nós, festa de verão que é festa de verão tem que ter sol. O ponto de encontro seria às cinco junto ao recinto do festival e nós mal sabíamos o que nos esperava...





Secret Spot

A tarde prometia ser tudo de bom! A viagem foi feita na melhor companhia no autocarro Sumol Remix, animado pelo Conguito mas o destino ainda era incerto. Não muito longe de Ribeira d'Ilhas, acabou por nos deixar numa das praias mais bonitas que alguma vez vi. Chama-se Praia da Calada e é um refúgio lindo e (quase) deserto na Ericeira. Por ficar inserida numa baía, acaba por estar resguardada do vento e torna o cenário muito mais mágico.



Piquenique Improvável

Estava desvendado o segredo do convite; um piquenique improvável num secret spot maravilhoso. Tudo estava pensado ao detalhe e foi a forma mais divertida e deliciosa de vermos o sol se pôr. Aliás, gostei tanto que lhe disse logo que "era um assim, para os meus anos, se faz favor!". 



Sumol Maçã

Foi nesta ocasião que experimentei o novo Sumol Maçã. Eu, por norma, já adoro sumo de maçã mas posso garantir-vos que se ao "Sumo" lhe adicionarmos um "L" no fim, o resultado fica surpreendente. O melhor de tudo? O barman divertidíssimo que estava a preparar os cocktails, todos com base Sumol (laranja, maçã, maracujá, etc.). As receitas eram óptimas e acreditem que podem fazer cocktails deliciosos com Sumol. Querem algumas das receitas?




A tarde passou em menos de nada e aproximava-se agora a hora do confronto entre Portugal e Croácia. Despedimo-nos daquela praia e piquenique maravilhoso e voltámos até ao Ericeira Camping. O jogo iria ser transmitido em directo nos ecrãs gigantes do palco e eu estava em pulgas; ver um jogo da selecção neste ambiente tinha que ser incrível. E foi.



 




Sumol Summer Fest

Agora em relação ao Summer Fest, propriamente dito. Os dois dias de festival foram aproveitados ao máximo, na melhor companhia, com a melhor música e o melhor cenário. Este ano, em vez do campismo típico que tínhamos feito até então, acabámos por ficar num teepee e digo-vos: teepees-for-the-win. Uma cabaninha de madeira, duas camas (com colchões senhores, colchões), uma janela e electricidade (electricidade!). Para mim foi o mais próximo de acampar que me agradou — já sabiam que dormir no chão e acordar às 6h da manhã com a sensação de estar a cozer no forno, não era bem a minha cena. Para o ano, era um teepee para dois outra vez, sim?




Para mim, os momentos altos desta edição do Sumol Sumer Fest — para além de todo o convívio, de todos passeios bonitos e do ambiente que se vive por lá — foram, sem dúvida, o concertão de Nelson Freitas (e ter "conhecido" o dear Richie Campbell), o piquenique improvável naquela praia linda, a partilha das emoções do jogo, a actuação fantástica de Jimmy P e a presença fantástica de Madcon!





Foram dois dias intensos mas que ficaram para a posteridade. Enquanto puder, tenho a certeza que vou marcar presença no Sumol Summer Fest. Já é quase tradição: o verão só começa depois do festival da Ericeira.

E para o ano há mais!

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