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OH, PARIS #5

03 outubro 2015

E a terra onde os sonhos são feitos. O artigo de hoje vem finalizar a partilha dos detalhes bonitos da nossa viagem a Paris. Já vos falámos do primeiro dia e daquele almoço gostoso no Frenchie to Go, já vos mostrámos o passeio por Versalhes e o jantar naquela pizzaria, situada numa das avenidas mais finas de Paris. Hoje trazemo-vos, com muito carinho e uma ainda maior nostalgia, o diário dos últimos dois dias de viagem. Foram dois dias inteiros dedicados à (re)descoberta dos Parques Disneyland Paris. E vocês estão todos convidados para os ver — ou rever — através das nossas aventuras e fotografias. 

Avisamos desde já, que o post de hoje é um verdadeiro scroll down de emoções, como se de uma viagem ao passado se tratasse. Afinal, a Disney desperta sempre a criança que há em nós. E não há nada mais bonito que isso. Podem contar com muita cor, alegria, dicas e sugestões. Vamos ser crianças outra vez?


Resolvemos condensar os últimos dois dias a viagem num só post para que vos pudéssemos trazer todas as dicas, sugestões e impressões. A verdade é que o terceiro dia da viagem (primeiro na Disney) acabou por ser um dia cinzento e meio chuvoso. Não estranhem, por isso, verem umas fotografias mais ou menos solarengas, mais ou menos acinzentadas


No primeiro dia, resolvemos começar pelo Parque Walt Disney Studios. Tínhamos o maior interesse em ver a atracção do Ratatouille, que é a mais recente e sabíamos ser a com mais fila de espera. Chegámos à entrada seriam umas 9h30 da manhã. Os parques abrem às 10h e, mesmo sendo domingo, não estava ainda muita gente para entrar. Pusemo-nos na fila. Comprámos os bilhetes online e imprimimo-los. Mas depois de estar 45 minutos na fila, chegámos à zona da entrada e foi-nos dito que teríamos que trocar os vouchers online por bilhetes, nas bilheteiras.


O senhor que nos deu a informação (e que por acaso também era português!) tranquilizou-nos e disse-nos que, depois, não teríamos que voltar para a fila — que já estava bem longa, por esta altura. Uns 20 minutos volvidos e já tínhamos os bilhetes na mão. Tal como nos fora prometido, entrámos de imediato e sem problemas. Não podíamos estar mais felizes!


Primeira paragem: Ratatouille! Podem não acreditar, mas nem a chuva nos impediu de entrar parque adentro a dançar, a rir e a cantar. Parecíamos quatro crianças, que nunca cresceram e nem por um segundo abandonaram a "Terra do Nunca".


Resolvemos tirar um fast pass para a atracção. Eram 10h30 e o tempo de espera superava os 80 minutos (!). Assim foi. Tirámos o bilhete fast pass, que nos indicava voltar entre as 12h45 e 13h15. Resolvemos por isso ir explorar o resto do Parque. Parecia que nada tinha mudado em 7 anos e isso era tão reconfortante!


Durante o tempo todo que antecedeu a nossa ida à Disney eu afirmava (a pés juntos) que não seria capaz de andar nas montanhas-russas e derivados. Em jeito de brincadeira, dizia que, enquanto eles estivessem de pernas para o ar, eu ficava a tirar fotografias e a andar na atracção do Peter Pan. Já a minha irmã [...] era uma corajosa e dizia que ia andar em tudo. A verdade é que eu entrei medricas e saí corajosa. Já ela...


Resolvemos começar a aventura entrando na Torre do Terror — The Twilight Zone. Não havia fila rigorosamente nenhuma (juro!) e entrámos sem ter grande consciência dos que nos esperava. Assim que entrámos no hotel abandonado, fomos longo embebidos por uma história fantasmagórica, num cenário perfeitamente realista e original. O melhor de tudo, enquanto esperávamos que os grupos fossem entrando, eram os concierges do dito hotel. Divertidíssimos e faziam com que entrássemos ainda mais no espírito. Eu estava amedrontada e, aos poucos, ia vendo que a minha irmã estava apavorada.


Assim que entramos e fechamos o cinto de segurança já sabemos: não há nada a fazer. E foi lindo! Foi uma das minhas atracções favoritas (apesar da minha cara de pânico que era, no fundo, um misto da sensação de estar a cair em queda livre com a incontrolável vontade de rir dos berros — assustadores — da minha irmã. Digam lá que a cara dela não é puro pavor?).


A primeira fotografia, da The Twilight Zone, teve mesmo que ser comprada. Por tudo. Pela memória de uma das atracções mais cool de sempre, por ser o momento em que eu, Sara, perdi o medo, ao mesmo tempo que foi o momento em que ela, Sofia, se tornou mariquinhas. Foram os 16€ (a primeira fotografia custa sempre 16€; as restantes são 5€) mais bem gastos de sempre e o melhor souvenir.


Enquanto fazíamos tempo para ir para a atracção do Ratatouille resolvemos ir explorar os estúdios em que eles têm alguns desenhos e objectos relacionados com a produção dos clássicos. Já que estava a principiar a chover, foi a solução ideal para nos abrigarmos antes de ir almoçar.


À saída, deparo-me com a música da Bela e do Monstro, em instrumental, que tocava harmoniosamente das colunas espalhadas pelo parque. Foi inevitável; as lágrimas começaram a correr pelo rosto e sentia que estava com um sorriso pateta. Tudo ali nos traz uma nostalgia boa da saudade de ser pequenino. Vivia ali. Para sempre!


Almoçámos por ali mesmo, no Parque Walt Disney Studios. Na Disneyland Paris as opções e os preços são iguais em todos os restaurantes de fast food. A escolha não era muito difícil e acabámos por pedir um dos menus de hamburgueres, que nos ficou por 14€ (salvo erro), com bebida, batatas fritas e sobremesa. Até isso nos soube a delícia!


Chegou, finalmente, a hora de entrarmos com o nosso fast pass. E entrámos, efectivamente, na atracção. Aliás, até já tínhamos a postos os óculos 3D e estávamos mais do que preparados para ser um Remy. Até que [...] somos informados que a atracção avariou e não saberiam quanto tempo demorariam a resolver a situação.


Desgostosos da vida (afinal era a atracção que ainda não tínhamos conhecido da última vez que lá estivemos), resolvemos ir até ao Crush Coaster, do Nemo. Lembrámo-nos que tínhamos adorado esta diversão em 2008.


Duas horas na fila, sem exagero, e lá nos instalámos nas tartaruguinhas, prontos para embarcar na corrente australiana! Desta vez, não sei porquê (penso que possa ter sido por termos ido logo a seguir ao almoço...é válido?) ficámos um bocadinho indispostos (sim, só pode ter sido por termos ido logo a seguir ao almoço!). Para além de as tartarugas andarem super depressa, ainda giram sobre si durante o percurso. É muita agitação junta para quem almoçou minutos antes. Façam esta atracção de manhã, é um conselho.


Ficámos com o fast pass para utilizar no Ratatouille assim que este reabrisse, sendo que teríamos vantagem sobre os restantes visitantes (nós e todos os que ficaram na mesma situação que nós, quando a atracção encerrou por motivos técnicos). Bem dito, bem feito. Assim que saímos do Crush Coaster voltámos lá para ver se já haviam resolvido a situação e disseram-nos logo para entrar — fiz logo a minha dança da felicidade!


Seguiu-se um momento déjà vu, uma vez que já havíamos percorrido aqueles corredores antes. Ainda assim, foi igualmente excitante e nós não podíamos estar mais entusiasmados. Adoro o filme! Acho que já o vi para cima de 20 vezes — e não, não estou a brincar. Houve até uma altura da minha vida em que sonhei ter um restaurante como o do Gusteau's e quase (quase...) que passei a gostar de ratinhos (isto sou eu a ser simpática; o Remy é uma ratazana).


É impossível descrever a atracção numa palavra. Foi absolutamente maravilhosa e a experiência está espectacular. Animações muito bem feitas e uma sensação única. Como é possível achar que estamos a andar ou a cair e, no fundo, estamos parados? É incrível, só mesmo vivendo este momento é que conseguem perceber. Foi tão bom que, no dia seguinte, no nosso segundo dia na Disneyland Paris (e último de viagem), foi a primeira atracção onde andámos — outra vez!


Está na altura de nos despedirmos do Parque Walt Disney Studios. É o parque mais pequeno mas aconselha-se a fazê-lo de manhã.  Pela nossa experiência, atracções como Ratatouille ou Crush Coaster têm muito tempo de espera. Sugerimos que tirem o fast pass para a primeira, já que a do Nemo não tem esse serviço. A The Twilight Zone também vale muito a pena. Toda a história, o enredo e a forma como nos envolve é impressionante.


Seguimos em direcção ao Parque Disneyland. O impacto foi o mesmo de há sete anos atrás e a alegria também. É tudo tão bonito, tão limpo, tão cintilante, perfumado e florido. E mesmo em dias mais cinzentos não perde o encanto. Tudo aqui é bonito.


Dizemos sempre que, da próxima vez, ficaremos hospedados no hotel principal da Disney. Um dia [...] quem sabe? Para já, apenas nos permitimos a sonhar e suspirar.


No primeiro dia em que fomos à Disney só chegámos a este parque por volta das 16h. Já não tínhamos apanhado as personagens que circulam pelas ruas mas saberíamos que no segundo dia nos desforraríamos e assim foi. No primeiro dia aproveitámos muito mais o Walt Disney Studios e no segundo, depois de andar (uma vez mais) no Ratatouille, chegámos a este parque muito mais cedo, deveriam ser umas 11h30.


Entramos pela Main Street, USA e ainda me lembrava do quão fascinada tinha ficado da primeira vez. Um universo paralelo, sem dúvida. Ainda tinha muito presente na memória o contraste do mundo real com o fantástico mundo Disney. Sair de um metro sujo, sem graça e entrar numa rua cheia de casas lindas, com janelas floridas e telhados coloridos, onde a banda sonora são os clássicos que ouvimos enquanto crescíamos. A vontade de mudar para esta rua é grande. E vamos sonhando... 


Haviam algumas atracções que fazíamos questão de ver. Este parque é muito maior do que o outro pelo que dividimos as nossas vontades pelos dois dias de visita. No primeiro dia, como só chegámos por volta das 16h30 e a parada era às 17h resolvemos dar uma volta pela rua principal e explorar o castelo da Bela Adormecida (que não sabe, mas um dia vai ser meu!). Não sabia que tinha uma gruta mistério nas masmorras do castelo. Mas tem.E é assustadora. Ou não. Mas valeu pela surpresa.


Depois de vermos a parada, um pouco a custo pois estava muita confusão, muitas pessoas e muitas delas já sabiam as músicas todas de cor (deduzo que sejam os próprios parisienses, que compram o passe anual para a Disney e acabam por ir com as crianças, em jeito de passeio, aos fins de semana). Ainda conseguimos filmar a parada na íntegra, pelo que (quiçá?) ainda faremos mais uma ou outra publicação sobre estes dias. Quando a saudade apertar de novo.



Depois da parada já sabia o meu destino: um looping (o primeiro de sempre; o drama, o horror...) na Space Mountain. Tínhamos feito uma promessa, eu e o Miguel. Ele viria a todas as atracções para meninos (como a do Peter Pan, Branca de Neve, Pinóquio) e eu andaria com ele na Space Mountain. Assim foi.


Estava apavorada — mas já vos tinha dito que era maricas. Não havia fila nenhuma e nem deu para interiorizar bem no que me estava a meter. Fomos andando, corredor fora. Ia ouvindo o barulho da dita nave espacial a arrancar, violentamente, com gritos abafados em plano de fundo. Vou morrer — pensei. A minha irmã e o Pedro não foram, nessa primeira vez. Acho que ainda estavam a digerir o Crush Coaster (e o almoço).


Acabei por andar três vezes. Uma nesse primeiro dia e duas no segundo. No segundo dia eles andaram também (à confiança) e adoraram. Foi uma das minhas favoritas. É lindo.


Fizemos um esquema ritmado, ora de atracções mais ligeiras ora de montanhas russas, para equilibrar o compasso. Por incrível que pareça, as atracções mais softs, como o Peter Pan ou o Pinóquio tinham filas de espera muito superiores às das atracções como Space Mountain ou The Temple du Perfil.


Depois de andar no Peter Pan's Flight, uma das minhas grandes e mais acarinhadas memórias da Disney e nas Les Voyages de Pinocchio, resolvemos deixar a Fantasyland e seguir rumo à Adventureland, cuja entrada "secreta" é feita pela Passagem do Aladin ou pelo "sinistro" Barco dos Piratas.


Depois de andar na Space Mountain e de ver que, afinal, até é divertido, deixei que o Miguel me levasse ao Indiana Jones et le Temple du Perfil. Pior: consegui convencer a minha irmã (que era a irmã corajosa, lembram-se?) a ir também. Confesso que fomos influenciadas por um menino espanhol, que não teria mais do que 9 anos e gritava ao pai "vamos de nuevo, papa". Se ele vai, nós vamos. E fomos.


E jurámos para nunca mais. Nunca ouvi a minha irmã praguejar tanto — o que até teve a sua graça — quando viu que o (bip) do looping estava escondido (bip) e é gigante (bip) e vamos morrer, Sara (bip) ai (bip) meu deus (bip). Foi um looping horrível. Gigante e em câmara lenta. Senti a cabeça a pender com a gravidade durante demasiado tempo, já para não falar que andei o percurso todo às cabeçadas na cadeira.


Não senhor, meus amigos, ali não me apanham mais. Prefiro mil subidas e descidas na The Twilight Zone ou mil loopings na Space Mountain. Resolvemos ir almoçar num dos restaurantes onde tínhamos ido da primeira vez por lá; Cottonwood Creek, Cowboy Cookout Barbecue. Na memória tinham ficado os melhores hamburgueres de sempre, com gostinho a carvão e música country para acompanhar.


Achámos que os hamburgueres já não estavam tão bons e as embalagens também mudaram desde então. Mas souberam-nos muito bem. Melhor ainda porque tivemos a companhia do Pluto e do Pateta. Não resistimos: armámo-nos em crianças e tirámos uma fotografia com eles. Não são estes, afinal, os melhores souvernirs?


Tivemos que ir andar na Big Thunder Mountain, que está facilmente no top 5 de sempre. Gostámos tanto (até a valentona da mana e do Pedro) que andámos 3 vezes, à semelhança da Space Mountain.


Os cenários, os adereços, a envolvente que nos faz entrar no espírito de cada atracção é fascinante. E é interessante ver que agora, já crescidos, olhamos para as coisas com olhar de gente grande mas com a inocência de criança.


Também fomos à Casa Assombrada, no final da tarde de Domingo. Não tinha praticamente ninguém em espera e fomos reviver a mansão abandonada, com os seus fantasmas super bem feitos e o enredo tenebroso. Oh, bem, gostamos de acreditar que sim. É uma alternativa tranquila para conjugar com a adrenalina do Big Thunder Mountain.


Aproveitámos o segundo dia no Parque Disneyland para cirandar com as personagens e dar asas ao nosso imaginário. Foi um dia mais tranquilo, em que nos demos ao luxo de repetir as atracções favoritas e andar sem pressa, com tempo para descobrir novos recantos.


Foi um dia dedicado às compras nas lojas mais amorosas de sempre. Dava vontade de levar tudo e fotografar cada loja em que entrávamos. Desta vez, ao contrário da primeira, ainda conseguimos lanchar numa pequena Bakery Shop que parecia saída de um autêntico livro de histórias.


Cable Car Bake Shop foi o abrigo perfeito para deixar os rapazes em descanso enquanto eu e a minha irmã corríamos as lojas de uma ponta à outra. Já estávamos no segundo dia na Disney (e quarto de viagem) e para falar verdade já não sentíamos as pernas. Mas a Disneyland tem qualquer coisa de especial [...] uns pozinhos mágicos, talvez. Não conseguíamos parar quietas.


Quando começa a altura de dizer adeus chega a vontade imensa de querer ficar ou de, pelo menos, querer voltar. O melhor mesmo era nem sair dali. Começa a frieira de registar tudo, cada detalhe, todo o pormenor, a beleza e encanto daquele sítio. E ter que vir embora precisamente quando o tempo começa a ficar de feição, o céu fica azul e as nuvens [...] dão umas tréguas é pura maldade.


Deixei estes registos da noite na Disneyland Paris para vos falar um pouquinho do ambiente que, infelizmente, da primeira vez não havíamos conhecido.


Jantámos por lá no Domingo, na nossa primeira noite. Bem, na verdade era a única, visto que segunda seria o último dia de viagem. Acabámos por fugir um bocadinho aos hamburgueres; fomos para uma pizzaria.


Mais uma vez, os menus do restaurante variavam entre 12 e 15€, sendo que o mais caro incluía acompanhamento e sobremesa. Colonel Hathi's Pizza Outpost (aquele elefante do Livro da Selva, lembram-se?) é um pequeno restaurante localizado na Adventureland, que estava deliciosamente bem iluminado e por isso ainda mais apetecível para que fosse a nossa escolha. 


As pizzas eram boas e o menu de 15€ é realmente bem servido; eu e a minha irmã acabámos por dividir um menu (calhando 7,50€ a cada) já que a bebida do menu é de 50cl (enorme!) e as pizzas eram relativamente grandes.


Esperávamos agora ansiosos pelo espectáculo de encerramento do Verão Frozen. Apercebemo-nos que, apesar de serem apenas 20h15 já estava muita gente à espera na Central Plaza para assistir ao momento.


Nunca (mas nunca, nunca!) esperámos que fosse aquele espectáculo. Não queríamos acreditar nos nossos olhos. Não fotografei. Não podia aceder à presunção de perder um minuto que fosse daquela magia toda. Limitei-me a ficar mais de 20 minutos com a máquina estendida nos braços, por cima da minha cabeça, a filmar o que fosse possível. O mínimo possível para trazer um bocadinho daquela maravilha cá para casa. Mas não deixei, nem por um segundo, de olhar — na verdadeira acepção da palavra — para aquele espectáculo. Luzes e projecções no castelo. Luzes e projecções na água que saía das fontes. Luzes e projecções nas árvores. O céu iluminava-se, a música seguia o ritmo da animação, assim com o fogo de artifício. Mais de 20 minutos. Foram mais de vinte minutos a assistir a uma pequena maravilha, que nos tocou de forma intensa, roubando-nos "Ah's" e "Oh's". Foi inesquecível. Foi de vir às lágrimas. Foi lindo.


E agora, em suma, algumas dicas e sugestões:

1. Vouchers online, têm que ser impressos e trocados nas bilheteiras pelos bilhetes normais de acesso aos Parques.

2. Existem dias mini, como é o caso de alguns dias de semana assinalados (ver aqui), que custam 62€ (1 dia/2 parques) em vez de 70€.

3. Levem sempre uma capa para a chuva (daquelas finas que se dobram e colocam na mala). O tempo em Paris é muito incerto e não é nada agradável esperar debaixo de chuva


4. Nem todas as atracções têm fast pass; mas para atracções como o Ratatouille vale a pena tirar um fast pass. É simples. Dirigem-se às máquinas adjacentes à atracção desejada e inserem os vossos bilhetes (que têm um código) para retirar o ticket. É válido um ticket por bilhete. Normalmente, a entrada faz-se duas horas (ou mais, depende) depois, pelo que podem controlar o tempo e ir ver outras coisas.

5. Se vão em modo poupar dinheiro, é aconselhável que levem comida de fora. Águas e bolachas são também uma boa ideia para disfarçar a fome a meio do dia. A comida nos parques é cara e os snacks também.

6. Existem vários restaurantes espalhados pelos parques, com vários registos diferentes (estilo fast food, à la carte, buffet, etc.) Tudo vai depender do tempo e dinheiro que têm para gastar. Nos menus fast food a oferta recai sobre os hamburgueres, pizzas e frango. Variam entre os 12€ e os 15€.


7. Se vão em modo de poupança de tempo então devem planear a visita com antecedência. Podem ver o mapa aqui e assinalar as vossas atracções preferidas. 
O parque maior é o Disneyland que está dividido em 4 áreas: Discoveryland (Space Mountain, Buzz Lightyear Laser Tag, Star Tours); Fantasyland (Castelo, Peter Pan, Pinóquio, Branca de Neve); Adventureland (Passagem Encantada do Aladin, Indiana Jones, Barco Piratas) e Frontierland (Big Thunder Mountain, Mansão Assombrada). As personagens percorrem o parque todo, durante um período de tempo (não me lembro se é das 10h às 15h). 
O Walt Disney Studios é um pouco mais pequeno mas com imensa gente, pois tem as atracções mais recentes (tem, também, representados muitos dos filmes da nova geração). Aqui aconselho mesmo a experimentarem as atracções Ratatouille, The Twilight Zone Crush Coaster (estes dois antes de almoço, por favor).

8. Não se esqueçam que a primeira fotografia do dia, comprada no final das diversões, custa 16€ (a mais simples, sem moldura) e as restantes custam apenas 5€ (também na versão mais simples).

9. A parada acontece todos os dias, pelas 17h. Às 16h já está o recinto cheio e fica muito difícil de arranjar um bom lugar para ver. O cortejo tem um percurso grande, por isso escolham um sítio mais desafogado que irão ver muito bem na mesma. Além do mais, grande parte das personagens desfilam em carros alegóricos, pelo que ficam mais elevados.

10. Têm mesmo que assistir ao espectáculo nocturno. Vai justificar todos os cêntimos que pagaram pelo bilhete e será a memória mais bonita que vão levar convosco.

Alguns dos melhores sites para planear a viagem são: DLP Guide (amén!) e Disneyland Paris ® / têm ainda alguns blogs como o Pumpkin, Vamos Para Paris ou Odisseias. 


Espero, sinceramente, que não tenham ficado zangados com o tamanho obsceno deste post. Eu própria fiquei incomodada com uma publicação tão extensa. Mas — lá está — como quero terminar em grande esta série de Paris, tive que condensar dois dias de pura alegria num só post. Espero também que, pelo menos, as minhas dicas e sugestões vos tenham sido úteis e que tenham sido crianças, nem que seja por breves instantes.

Un bisou...

9 comentários

  1. Opaaaa, que lindo! *.* Adorei as fotos!

    Love, Marie Roget

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  2. Quem acha que a Disneyland só é divertida para as crianças está muito enganado! Eu adorei quando fui (e já não era criança) e gostava imenso de voltar :)

    | INDIGO LIGHTS

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  3. Oh Sara isto não se faz, deu-me uma vontade louca de regressar à Disney, é certo que adorei Paris, mas nunca fui tão feliz em nenhum sítio como na Disney, cada vez que me lembro até sinto o coração a palpitar... Apesar de ter apanhado um tempo nada bom (no 1º dia então choveu sem parar...) só tenho memórias mágicas. Os favoritos foram sem dúvida a Torre do Terror, aquela sensação quando aquilo desce, pensei que o coração me fosse saltar da boca... o do Nemo também foi dos favoritos, senti-me mesmo a andar no meio do espaço ahahah e a decoração está linda. O space mountain é aquela base, até para a respiração. Ainda hoje oiço a música da parada "magic everywhere..." nunca mais me vou esquecer e o espectáculo da noite deixou-me de lágrimas nos olhos (e não foi do frio ahaha, que era tanto que sentia as mãos congeladas!) Este post fez-me mesmo sonhar *

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  4. Que nostalgia! A minha primeira e única vez na Disneyland foi há 16 anos atrás... E ainda me lembro de tudo como se tivesse sido ontem. Espero voltar lá em breve :)

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  5. Obrigada pelo registo magnífico.. ;) Estive em Paris e na Disney em 2007 e agora, enquanto lia o teu post, consegui voltar a sentir a magia que senti naqueles dias. Foi tão bom!
    Estes registos de Paris deixaram-me com uma vontade imensa de regressar! Quem sabe em breve ;)

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  6. Bem...e com isto já posso dizer que fui à Disney??!! Que espectáculo!!!!

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  7. comprarm os bilhetes mesmo no site da disney? e´que comprei agora mesmo e gostaria de saber se esses eram necessario trocar na bilheteira ou se ja sao mesmo bilhetes? porque teem codigo de barras

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    1. Olá :) tens que ir trocar esses impressos às bilheteiras — ficas com bilhetes iguais aos da imagem, com as caras das personagens. Nós não sabíamos e fomos para a fila de entrada; só quando chegámos lá é que nos disseram que ainda tínhamos que ir trocar às bilheteiras. Por isso já sabes: vais logo às bilheteiras trocar esses impressos online!

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